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Olá, eu sou César

Engenheiro de IA aplicada, com atuação em arquitetura de soluções. Estruturo aplicações com modelos de linguagem, agentes e automações: do problema de negócio às integrações, às regras de execução e à validação do sistema.Meu canal no YouTube
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Atuação em Engenharia de IA

Minha atuação conecta a experiência de quem usa o produto à arquitetura que sustenta a IA.

  • Organizo módulos, fontes de informação, ferramentas disponíveis ao modelo e regras para executar uma ação.
  • Isso inclui decidir onde a IA pode interpretar e onde o sistema precisa validar permissões, dados e efeitos por regras explícitas.

Os estudos de caso mostram duas frentes complementares: uma plataforma de operações com assistência por IA e um núcleo de execução de agentes com aprovação humana e retomada.

  • Conduzi a estruturação das soluções, as decisões de arquitetura e a implementação e validação dos componentes apresentados.
  • A demonstração pública permite explorar um produto; os briefings e as evidências permitem examinar sua engenharia.

Da necessidade ao sistema

Três formas de aplicar IA que você pode examinar nos projetos abaixo.

Aplicações que conectam IA à operação

Organizar informações, tarefas e próximas ações em um produto utilizável.

Na plataforma de operações, isso se traduz em dashboard, pipeline, propostas e assistência com acesso controlado às ferramentas da aplicação.

Agentes com regras para agir

Estruturar o caminho entre intenção, proposta, revisão e execução.

No runtime de agentes, uma aprovação pertence à proposta exata: alterações, fontes revogadas ou contexto incompatível impedem a continuidade.

Integrações que reconhecem seus limites

Definir como um sistema consulta fontes externas, valida respostas e interrompe operações inválidas.

Os conectores analisados têm negociação de recursos, limites de espera, repetição controlada e verificações de paginação.

Projetos

Projetos de engenharia de IA aplicada

Quatro estudos de caso: necessidade, arquitetura, decisões e resultados verificáveis. Veja a síntese abaixo ou abra um cartão para ler o briefing completo.

Plataforma de operações com IA

Pipeline, tarefas e indicadores em uma aplicação demonstrável. No backend, uma assistência com LLMs consulta ferramentas autorizadas; seus controles foram exercitados em 23 testes locais. A demo usa dados sintéticos e simula os serviços externos.

LLMs
OpenRouter
Tool calling
Fastify
React
PostgreSQL

Plataforma de agentes e automações

Um runtime para organizar propostas, aprovações e retomada de agentes. Os controles de execução e integração têm 41 testes locais; os componentes de observabilidade somam 30 testes em uma linha de desenvolvimento separada.

Agents
MCP resources
Human-in-the-loop
Next.js
Supabase
PostgreSQL

Observabilidade e privacidade

Componentes para organizar evidências, verificar integridade e sanitizar telemetria. O foco é reconstruir o que aconteceu com limites explícitos sobre a informação que pode circular.

OTLP
Observability
Privacy
Integrity
Testing

Dados e indicadores confiáveis

Contratos para métricas, estados de disponibilidade e coleta consentida. Uma base de engenharia para que interfaces e aplicações de IA não tratem informação ausente como fato medido.

Data contracts
React
Express
PostgreSQL
Consent
Testing

Animações ilustrativas dos projetos. A demonstração usa dados sintéticos. Os briefings detalham o escopo de implementação e das validações locais.

ESTUDO DE CASO / 01

Plataforma de operações com IA

Demo online · controles de IA validados localmente

Problema

Acompanhar contatos, tarefas, propostas e etapas comerciais exige relacionar informações para decidir o próximo passo.

Uma assistência por IA precisa consultar esses dados respeitando o acesso de cada pessoa e as operações permitidas.

Solução construída

Uma aplicação de operações com dashboard, pipeline, tarefas, propostas e indicadores, acompanhada de um backend de assistência com LLMs.

A demonstração independente permite experimentar a organização do produto sem acessar dados ou serviços do cliente.

Arquitetura e funcionamento
  1. 01

    Produto e interface

    Dashboard, pipeline, tarefas e propostas

  2. 02

    API e contexto

    Identidade, permissões e entradas validadas

  3. 03

    Modelo e ferramentas

    Interpretação, tool calling e limites

A interface se comunica com a API.

  • O servidor estabelece usuário e organização, prepara o contexto e disponibiliza ferramentas delimitadas ao modelo.
  • Solicitações de ferramenta passam por validação e autorização; os resultados são sanitizados antes de voltar à conversa.

Decisão de engenharia

Ferramentas semânticas no lugar de SQL livre gerado pelo modelo.

Essa fronteira mantém as permissões no servidor e permite testar as regras de acesso com respostas controladas do provedor.

Minha participação

Estruturação da solução, organização dos módulos e da experiência de uso, decisões de assistência e acesso a dados, condução da implementação de interface e backend, cenários de validação e demonstração independente.

Resultado demonstrável

Produto demonstrativo navegável e controles locais exercitados para chat, contexto, ferramentas e autorização.

  • Os contratos distinguem custo desconhecido de custo zero e tratam falhas recuperáveis.
  • A prova descreve comportamento técnico, sem atribuir ganho comercial não medido.

Estágio e próxima validação

Memória e recuperação textual SQL estão implementadas, com validação em PostgreSQL real pendente.

A demo simula integrações externas; a execução integrada com banco e provedor real não foi certificada neste recorte.

ESTUDO DE CASO / 02

Plataforma de agentes e automações

Componentes validados localmente · integração em desenvolvimento

Problema

Um agente pode tentar usar uma fonte inadequada, executar uma proposta que mudou após a revisão ou retomar uma tarefa em duplicidade.

Essas condições exigem controles na arquitetura, além das instruções dadas ao modelo.

Solução construída

Um núcleo de execução (runtime) de agentes que separa solicitação, proposta, autorização, aprovação e execução.

Os conectores tratam recursos MCP e leituras REST; a continuidade depende de estados e condições explícitas para avançar ou interromper.

Arquitetura e funcionamento
  1. 01

    Proposta e fonte

    Contexto autorizado e capacidade requerida

  2. 02

    Aprovação e estado

    Revisão da versão exata e condições de avanço

  3. 03

    Execução e retomada

    Posse da tarefa e registro de conclusão

O servidor vincula a fonte à organização e à capacidade necessária.

  • A revisão humana autoriza a versão exata da proposta.
  • A execução avança por estados e a retomada verifica a posse da tarefa antes de continuar.
  • Persistência e conectores têm contratos próprios.

Decisão de engenharia

Negar fontes ambíguas e invalidar a autorização quando a proposta muda.

A conclusão é registrada antes de anunciar sucesso; a lógica de posse e retomada foi exercitada localmente com armazenamento em memória.

Minha participação

Definição das fronteiras de execução, estruturação dos estados e das regras de aprovação, condução da implementação de componentes e conectores e validação de cenários de falha.

No módulo separado de observabilidade: integridade de evidências e minimização de telemetria.

Resultado demonstrável

Cenários locais verificam rejeição de fonte revogada, aprovação incompatível, proposta alterada, retomada concorrente, negociação de protocolo e falhas de leitura.

Os testes de retomada demonstram a lógica local, sem atribuir locks de banco ou recuperação operacional a essa prova.

Estágio e próxima validação

Os testes utilizam provedores, transportes e armazenamento simulados.

  • Persistência real, operação contínua e integrações externas não estão certificadas.
  • O módulo OTLP permanece em desenvolvimento, com validação local separada.

Competências

Competências apresentadas pelo funcionamento dos sistemas. Cada frente mostra uma decisão concreta e permite examinar o projeto e o alcance de sua evidência.

Arquitetura de aplicações com LLMs

Separação entre interface, API, contexto, modelo e ferramentas.

  • O modelo de linguagem interpreta a solicitação; operações disponíveis, permissões e limites de execução pertencem ao sistema.
  • A integração OpenRouter usa um contrato compatível com chat e tool calling.
No projeto:

Na assistência operacional, o modelo solicita uma ferramenta semântica.

A API valida a entrada e o acesso antes de devolver dados sanitizados ao contexto.

Agentes, estados e aprovação humana

Orquestração de propostas e ações por estados explícitos.

  • Human-in-the-loop é a revisão humana de uma ação específica.
  • A autorização considera a organização, a versão e a identificação da proposta, permitindo recusar mudanças depois da aprovação.
No projeto:

A retomada verifica a posse da execução e registra a conclusão antes de anunciar sucesso.

Os cenários locais usam modelo e armazenamento simulados.

APIs, recursos MCP e integração de sistemas

Contratos para consultar informações externas sem entregar ao modelo acesso irrestrito.

O cliente MCP negocia capacidades e lista recursos; o conector REST/Microsoft Graph controla a origem e o escopo das páginas consultadas.

No projeto:

Erro de autorização não gera repetição indiscriminada.

  • Limites de espera (timeout), tentativas limitadas (retry) e interrupção temporária de chamadas após falhas (circuit breaker) tratam indisponibilidade; páginas fora da origem autorizada são recusadas.
  • A prova usa transportes injetados.

Dados, memória e engenharia de contexto

Organização dos dados que podem compor uma resposta: contexto autorizado, contratos de métricas e memória com recuperação textual lexical.

Uma informação ausente precisa continuar reconhecível como ausente, em vez de virar uma resposta aparentemente válida.

No projeto:

As consultas e migrações de memória em PostgreSQL estão implementadas.

A validação em banco real permanece pendente; o mecanismo apresentado é textual, sem atribuir busca vetorial ao projeto.

Segurança e governança de execução

Permissões estabelecidas no servidor, vínculo entre fonte e organização e sanitização das informações enviadas ao modelo.

Os controles verificam também os caminhos de recusa, fundamentais quando uma ação assistida pode produzir efeitos.

No projeto:

Fonte ausente, revogada ou ambígua bloqueia a leitura.

  • Aprovação de outro contexto é rejeitada.
  • As evidências cobrem esses controles locais, sem afirmar uma auditoria integral de segurança.

Observabilidade e integridade de evidências

Diagnóstico que distingue sinal disponível, parcial e ausente.

  • No serviço de IA, tokens e custo mantêm esses estados.
  • Em um módulo separado, componentes de integridade verificam referências e hashes, enquanto a sanitização OTLP restringe campos de telemetria.
No projeto:

Os componentes de telemetria têm validação local e continuam em desenvolvimento.

Sua ativação integrada e a cadeia completa de tracing não estão comprovadas neste recorte.

Infraestrutura, ambientes e continuidade

Separação das dependências de apresentação, API e persistência.

  • A demonstração pública usa dados sintéticos e integrações simuladas, em ambiente independente.
  • No runtime de agentes, manifests Docker Compose e scripts definem um ambiente não produtivo.
No projeto:

A demo pode ser acessada online.

  • Os manifests demonstram a definição da infraestrutura do runtime; não comprovam sua operação integrada.
  • Banco, serviços externos e ativação exigem verificações próprias.

Especificação, contratos e validação

Transformação de comportamentos esperados em critérios verificáveis: quais dados uma operação aceita, em que condições pode avançar e o que deve acontecer quando falha.

Contratos de entrada e testes negativos tornam essas decisões examináveis.

No projeto:

Entrada inválida, proposta alterada, fonte revogada e integração indisponível aparecem nos cenários registrados.

Os briefings documentam o que foi implementado, o que foi validado e o que falta verificar.

Frameworks e componentes na arquitetura

A ferramenta aparece junto da função que cumpre. Protocolos de integração e telemetria são identificados como protocolos, com o estágio de uso correspondente.

Modelos e recursos externos

OpenRouterMCP

OpenRouter conecta o serviço ao modelo de linguagem.

MCP é um protocolo para conectar aplicações a recursos externos, usado na negociação e listagem de recursos; as capacidades do protocolo são verificadas antes de uma operação.

Contratos, APIs e aplicações

FastifyReactNext.js

Fastify organiza as rotas do serviço de assistência, com entradas validadas por Zod.

  • React e Next.js sustentam as interfaces dos produtos.
  • Os controles de acesso permanecem no servidor.

Persistência e contexto

PostgreSQLSupabase

PostgreSQL aparece nas consultas e migrações de memória textual.

  • Supabase e políticas RLS integram a estrutura de persistência da plataforma de agentes.
  • Validação em banco real pendente neste recorte.

Ambientes e telemetria

DockerOTLP

Docker Compose define o ambiente não produtivo do runtime.

  • OTLP é o protocolo usado nos componentes de sanitização de telemetria em desenvolvimento.
  • Arquivos de configuração e testes locais não certificam ativação integrada.

Experiência por projeto

Experiência apresentada pelo escopo técnico dos projetos. Responsabilidades, resultados e estágio estão relacionados nos estudos de caso acima.

Plataforma de operações com IA

Atuação na conexão entre a experiência do produto e a assistência por IA.

  • O trabalho reúne organização dos módulos, contratos de acesso e preparação de uma demonstração independente.
  • A interface permite explorar o fluxo de uso; os cenários de API permitem examinar os controles separadamente.
Relacionar responsabilidade, arquitetura e entrega ↑

Plataforma de agentes e automações

Atuação nas fronteiras entre decisão assistida e efeito: condições de aprovação, fonte autorizada, posse da execução e comportamento dos conectores.

O aprofundamento mostra como essas decisões aparecem em estados, regras de recusa e cenários de retomada.

Relacionar responsabilidade, arquitetura e entrega ↑

Como eu trabalho

  1. 01

    Definir o problema e o comportamento esperado

    Relacionar a necessidade do produto a regras examináveis.

    No runtime de agentes, isso inclui definir quando uma proposta pode avançar e quando uma mudança exige nova aprovação.

    Examinar os cenários documentados ↗
  2. 02

    Especificar contratos e fronteiras

    Separar interpretação, autorização e efeito.

    No serviço de assistência, entradas são validadas e ferramentas têm operações delimitadas, em vez de consultas arbitrárias escolhidas pelo modelo.

    Examinar os cenários documentados ↗
  3. 03

    Verificar sucesso, recusa e continuidade

    Exercitar também entrada inválida, fonte revogada, erro de autorização e retomada concorrente.

    Os relatórios identificam dependências simuladas e o alcance de cada cenário.

    Examinar os cenários documentados ↗
  4. 04

    Documentar a entrega e os próximos critérios

    Manter arquitetura, decisões e estágio explícitos.

    Uma demo, um teste local e um manifesto de infraestrutura comprovam aspectos diferentes; banco real e integrações precisam de validação integrada antes de serem apresentados como operação concluída.

    Examinar os cenários documentados ↗
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