Engenheiro de IA aplicada, com atuação em arquitetura de soluções. Estruturo aplicações com modelos de linguagem, agentes e automações: do problema de negócio às integrações, às regras de execução e à validação do sistema. Minha atuação conecta a experiência de quem usa o produto à arquitetura que sustenta a IA. Organizo módulos, fontes de informação, ferramentas disponíveis ao modelo e regras para executar uma ação. Isso inclui decidir onde a IA pode interpretar e onde o sistema precisa validar permissões, dados e efeitos por regras explícitas.
Competências técnicas
Arquitetura de aplicações com LLMs
Separação entre interface, API, contexto, modelo e ferramentas. O modelo de linguagem interpreta a solicitação; operações disponíveis, permissões e limites de execução pertencem ao sistema. A integração OpenRouter usa um contrato compatível com chat e tool calling.
Orquestração de propostas e ações por estados explícitos. Human-in-the-loop é a revisão humana de uma ação específica. A autorização considera a organização, a versão e a identificação da proposta, permitindo recusar mudanças depois da aprovação.
Contratos para consultar informações externas sem entregar ao modelo acesso irrestrito. O cliente MCP negocia capacidades e lista recursos; o conector REST/Microsoft Graph controla a origem e o escopo das páginas consultadas.
Organização dos dados que podem compor uma resposta: contexto autorizado, contratos de métricas e memória com recuperação textual lexical. Uma informação ausente precisa continuar reconhecível como ausente, em vez de virar uma resposta aparentemente válida. Validação em banco real pendente.
Permissões estabelecidas no servidor, vínculo entre fonte e organização e sanitização das informações enviadas ao modelo. Os controles verificam também os caminhos de recusa, fundamentais quando uma ação assistida pode produzir efeitos.
Diagnóstico que distingue sinal disponível, parcial e ausente. No serviço de IA, tokens e custo mantêm esses estados. Em um módulo separado, componentes de integridade verificam referências e hashes, enquanto a sanitização OTLP restringe campos de telemetria. Módulo de telemetria em desenvolvimento, com ativação integrada pendente.
Separação das dependências de apresentação, API e persistência. A demonstração pública usa dados sintéticos e integrações simuladas, em ambiente independente. No runtime de agentes, manifests Docker Compose e scripts definem um ambiente não produtivo. Os manifests não certificam operação integrada.
Transformação de comportamentos esperados em critérios verificáveis: quais dados uma operação aceita, em que condições pode avançar e o que deve acontecer quando falha. Contratos de entrada e testes negativos tornam essas decisões examináveis.
Participação apresentada por escopo e entregas, sem identificar os clientes. A data das evidências indica a verificação técnica, não o período de contratação.
Plataforma de operações com IA
Responsabilidade: Estruturação de produto, arquitetura de assistência e validação de controles
Uma aplicação de operações com dashboard, pipeline, tarefas, propostas e indicadores, acompanhada de um backend de assistência com LLMs. A demonstração independente permite experimentar a organização do produto sem acessar dados ou serviços do cliente. Estruturação da solução, organização dos módulos e da experiência de uso, decisões de assistência e acesso a dados, condução da implementação de interface e backend, cenários de validação e demonstração independente.
Entregas verificáveis: Demo pública independente com dados sintéticos. Vinte e três testes locais aprovados de chat, API e controles; provedores e dados substituídos. Componentes complementares de métricas e coleta têm 12 testes locais.
Escopo de validação: Persistência real e execução integrada com provedor externo não certificadas. Nenhum ganho financeiro é atribuído à demonstração.
Responsabilidade: Arquitetura de execução, conectores e validação de regras
Um núcleo de execução (runtime) de agentes que separa solicitação, proposta, autorização, aprovação e execução. Os conectores tratam recursos MCP e leituras REST; a continuidade depende de estados e condições explícitas para avançar ou interromper. Definição das fronteiras de execução, estruturação dos estados e das regras de aprovação, condução da implementação de componentes e conectores e validação de cenários de falha. No módulo separado de observabilidade: integridade de evidências e minimização de telemetria.
Entregas verificáveis: Trinta e três testes locais de agentes e política de rotas, mais oito de protocolos e readiness. Python para evidências e OTLP soma 30 testes no módulo em desenvolvimento.
Escopo de validação: Transportes e stores simulados. Infraestrutura, banco real e ativação completa da observabilidade não certificados neste recorte.
Tecnologias aplicadas: TypeScript, Next.js, React, MCP, Microsoft Graph, Python e OTLP. Supabase, PostgreSQL/RLS e Docker Compose com evidência de implementação, sem certificação operacional.
Definir o problema e o comportamento esperado → Especificar contratos e fronteiras → Verificar sucesso, recusa e continuidade → Documentar a entrega e os próximos critérios. Contratos e cenários de teste relacionam essas etapas às decisões dos projetos. As evidências registram o alcance da validação e as dependências simuladas.
Disponibilidade e contato
Oportunidades de Engenharia de IA, arquitetura de soluções, agentes e automações. Atuação remota por CLT, PJ ou consultoria.