02 / Estudo de caso · Orquestração e integrações
Plataforma de agentes e automações
Uma proposta só avança com fonte autorizada, aprovação e estado verificável.
Um runtime para organizar propostas, aprovações e retomada de agentes. Os controles de execução e integração têm 41 testes locais; os componentes de observabilidade somam 30 testes em uma linha de desenvolvimento separada.
Fluxo de referência
- 01Proposta→
- 02Autorização + fonte→
- 03Aprovação→
- 04Execução + retomada
A aprovação pertence à proposta exata, à empresa e à versão que foi revisada.
01
Contexto: ações assistidas com controle
Um sistema de agentes precisa trabalhar com fontes externas e executar etapas dentro de regras de negócio.
- O estudo de caso descreve um runtime de execução e seus conectores.
- Também apresenta componentes de observabilidade desenvolvidos em uma linha separada, com sua situação explicitamente diferenciada.
02
Problema: autorização, aprovação e continuidade
Uma proposta pode usar uma fonte inadequada, mudar depois de aprovada ou ser retomada duas vezes.
- Melhorar o prompt não resolve essas fronteiras.
- O sistema precisava verificar o contexto autorizado, a versão aprovada e a posse da execução antes de continuar.
03
Objetivo da solução
Separar interpretação, proposta, aprovação e efeito.
- A automação deve reconhecer o que pode executar e quando precisa interromper ou pedir revisão humana.
- O objetivo técnico do recorte foi tornar essas regras verificáveis em cenários positivos e negativos.
04
Arquitetura: estados e contexto confiável
O runtime TypeScript utiliza estados explícitos para propostas, aprovações e retomada.
O servidor estabelece a organização, as capacidades e a fonte autorizada; a entrada da interface não escolhe livremente credenciais ou escopo.
Next.js, React, Supabase e PostgreSQL aparecem na estrutura do produto.
Os testes publicados exercitam componentes locais com provedores e stores simulados; não certificam a operação integrada dessa arquitetura.
05
Principais componentes
O recorte reúne ciclo de agentes, vínculo entre fonte e capacidade, aprovação humana, retomada de execuções, protocolos de leitura e tratamento de falhas.
Cada fronteira possui estados e condições de recusa.
O módulo adicional de observabilidade contém ferramentas Python de integridade de evidências e sanitização OTLP.
Ele é uma implementação em desenvolvimento, validada localmente, sem prova de ativação completa no produto.
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MCP e Microsoft Graph
O cliente MCP negocia o protocolo e lista recursos por resources/list.
- A capacidade encontrada deve corresponder à operação solicitada.
- O recorte não implementa um servidor genérico de ferramentas nem comprova tools/call ou comunicação entre agentes por A2A.
O conector de Microsoft Graph controla paginação e escopo documental.
Os testes usam transportes injetados: cobrem o comportamento sem leitura de uma conta externa real.
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Tecnologias e aplicação concreta
TypeScript sustenta o runtime, os contratos e os conectores.
- Next.js e React fazem parte da aplicação; Supabase e PostgreSQL aparecem na persistência e nas migrations.
- Python é usado nos componentes de evidência e telemetria.
MCP é um protocolo de integração; OTLP é um formato/protocolo de telemetria.
Sua presença não demonstra, por si só, um ecossistema completo de agentes ou tracing de LLM em produção.
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Decisões técnicas e trade-offs
Preferi negar fontes ambíguas a resolver permissões implicitamente.
- A aprovação é vinculada à proposta exata, à organização, à versão e ao fingerprint.
- Se a proposta muda, a revisão anterior deixa de autorizar a nova ação.
A retomada utiliza claim e registra a conclusão antes de anunciar sucesso.
São escolhas que exigem contratos mais explícitos, mas tornam possíveis testes de concorrência e revisão das condições de execução.
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Agentes, automações e supervisão humana
Human-in-the-loop significa revisão de uma ação específica, não autorização aberta para qualquer operação futura.
O runtime diferencia proposta inválida, aprovação pendente e execução apta a continuar.
O comportamento do modelo é simulado no recorte local.
Os testes demonstram regras determinísticas que cercam a decisão assistida; não são apresentados como uma operação de agentes com LLM externo em produção.
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Infraestrutura e deploy
Há manifests de Docker Compose e scripts para ambiente nonprod no código analisado.
- Essa evidência comprova a definição da infraestrutura, não sua disponibilidade operacional nesta auditoria.
- Nenhum container foi executado na máquina Windows para validar os projetos.
Persistência real, transportes externos e operação continuada exigem validação integrada em ambiente autorizado.
Não atribuo certificação de deploy do produto com base apenas nos arquivos existentes.
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Observabilidade: integridade e telemetria
Os componentes Python verificam referências e integridade de evidências e projetam payloads OTLP pelos campos permitidos.
São 12 testes de núcleo forense e 18 de sanitização aprovados localmente em uma linha separada de desenvolvimento.
A ausência de sinal permanece uma lacuna de observação; não vira uma afirmação de saúde.
Este recorte não comprova toda a cadeia de coleta e exportação, painéis Grafana ativos ou tracing completo de agentes.
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Segurança: fonte, tenant e acesso negado
Source binding vincula a fonte à organização e à capacidade requerida.
- Ausência, revogação ou ambiguidade impedem a leitura.
- Os testes também exercitam rejeição de aprovação de outro contexto e verificações de política de rotas.
As migrations incluem RLS em PostgreSQL/Supabase, mas sua execução em banco real não foi comprovada nesta auditoria.
Testes estruturais de políticas não substituem uma certificação completa de autenticação e isolamento.
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Funcionamento de uma execução
Uma solicitação gera uma proposta.
- O runtime verifica contexto, capacidade e fonte.
- Quando exigida, a pessoa revisa a proposta exata.
- A execução autorizada avança por estados e a retomada verifica quem possui o claim antes de continuar.
Leituras externas têm timeout, retry limitado e circuit breaker.
- Um erro 401 não é repetido indiscriminadamente; paginação para domínio externo é recusada.
- Esses cenários foram exercitados com respostas controladas.
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Minha participação
Conduzi a definição das fronteiras de execução, a implementação dos componentes e a validação dos controles de agentes e integrações.
- No módulo de observabilidade, trabalhei com integridade e minimização de telemetria.
- Os exemplos públicos foram generalizados para preservar confidencialidade.
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O que está concluído no recorte
Foram aprovados 33 testes de agentes, source binding, aprovação, retomada e política de rotas, mais 8 testes de protocolo e readiness.
Essa evidência cobre comportamentos locais com stores e provedores simulados.
Os 30 testes de observabilidade pertencem ao módulo em desenvolvimento e são contados separadamente.
Não são somados como se certificassem o runtime integrado do produto.
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O que está em desenvolvimento ou tem prova parcial
A integração operacional completa, a persistência transacional real e a leitura de provedores externos não estão certificadas pelas suítes locais apresentadas.
O módulo de observabilidade foi analisado em linha de desenvolvimento separada; ativação e integração completas não foram comprovadas.
Avaliação generativa, frameworks multiagentes específicos e novas capacidades de protocolo são possíveis evoluções, não experiência concluída demonstrada neste caso.
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Resultados comprováveis
O resultado técnico verificável é a aprovação dos cenários locais de isolamento, proposta alterada, fonte ausente/revogada/ambígua, retomada concorrente, negociação incompatível e falhas de leitura.
O store em memória permite exercitar a lógica de retomada, sem provar locks de banco ou recuperação após falha de infraestrutura.
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Evidências disponíveis
O relatório público reúne escopo das suítes, contagens, hashes de fontes e registros de execução, sem paths internos nem conteúdo confidencial.
Este briefing documenta decisões e limites e oferece uma versão Markdown.
Não há demo pública deste runtime com serviços reais.
- Código e logs originais permanecem privados.
- O relatório sanitizado permite examinar a cadeia de evidências publicada, mas não reproduzir sozinho as suítes privadas.
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Competências demonstradas
Orquestração de agentes com estados, human-in-the-loop, integração MCP de recursos, APIs REST, isolamento de contexto, timeout, retry, circuit breaker e testes negativos.
No módulo em desenvolvimento: Python, sanitização OTLP e integridade de evidências.
Supabase, PostgreSQL, RLS e Docker Compose aparecem como implementações com prova operacional parcial, não como ambientes integralmente certificados por esta auditoria.
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Correspondência com requisitos das vagas
A pesquisa de mercado valoriza agentes, arquitetura, integrações, segurança, observabilidade e capacidade de entregar sistemas verificáveis.
Este caso demonstra decisões e testes nesses eixos, diferenciando o runtime principal do módulo em desenvolvimento.
A pesquisa também menciona operação de IA em produção, cloud, RAG e frameworks específicos.
Esses requisitos não são declarados como atendidos quando este material não oferece prova correspondente.